Não tem nada a ver com moralismo a minha indignação. Sinto minhas entranhas se contorcerem. Nojo, para ser mais precisa. Mas não se indignem com isto. Não estou me colocando em patamar mais elevado.
Me questiono sobre a ética do mundo quando o inaceitável se torna desejável.
Tanta gente buscando a cerejinha, sem querer pagar pelo sorvete.
Estão tirando o prazer de sentar acompanhado em uma mesa e degustar lentamente um sundae.
E o problema é que estão falindo as sorveterias quando alguém oferece cerejas grátis.
Isto se agrava quando a gratuidade aumenta a oferta e a procura, porque se perdeu a beleza daquela linda cerejinha a enfeitar toda uma taça.
Que pena.
Infelizes os que esqueceram a beleza do sorvete e do trabalho necessário para adquiri-lo. Tudo agora é barato demais. Gratuíto demais.
Por favor, os que ainda possuem sorvetes de qualidade, não fechem a sorveteria!
Parem de oferecer cerejas grátis!
E por favor, não abaixem o preço apesar da concorrência.
...
VENDEM-SE SUNDAES!
segunda-feira, 30 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
madrugada
Abro a página. Está vazia, limpa, pronta a receber qualquer coisa que um sistema binário codifique e que a linguagem possa representar. Quem me dera ter todas as palavras do mundo para interpretar o que sinto neste momento.
Mas os sentidos se confundem com o ser... e as palavras dançam, se apresentando para serem escolhidas. Se elas simplesmente soubessem sua hora e vez. Se elas tivessem um ritmo qualquer a acompanhar... Só me resta a noite que está fria e linda...
No céu pontilhado, uma lua cheia e uma estrela cadente. Um pedido...? Vida!
Desejo viver, mais do que qualquer coisa.
o futuro está embaçado, como um espelho cheio de vapor... as perspectivas são transversais a tantas necessidades e incertezas.
uma noite,
tantas possibilidades...
silêncio...
calmaria...
do som emudecido...
da luz que não acende...
da página que não vira, que não muda.
da saudade.
só me resta esperar o sol nascer...
porque o dia já começou.
Mas os sentidos se confundem com o ser... e as palavras dançam, se apresentando para serem escolhidas. Se elas simplesmente soubessem sua hora e vez. Se elas tivessem um ritmo qualquer a acompanhar... Só me resta a noite que está fria e linda...
No céu pontilhado, uma lua cheia e uma estrela cadente. Um pedido...? Vida!
Desejo viver, mais do que qualquer coisa.
o futuro está embaçado, como um espelho cheio de vapor... as perspectivas são transversais a tantas necessidades e incertezas.
uma noite,
tantas possibilidades...
silêncio...
calmaria...
do som emudecido...
da luz que não acende...
da página que não vira, que não muda.
da saudade.
só me resta esperar o sol nascer...
porque o dia já começou.
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