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quarta-feira, 7 de julho de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Calendário
Falta-me um calendário sobre a mesa...
Qual será o dia de hoje? Amanhã...?
O que é para hoje?
E o que farei nos próximos dias?
Minhas idéias estão todas embaralhadas...
Meus compromissos estão progressivamente adiados...
Meus horários, rotina...
Não tenho rotina! Embora isso não seja tão ruim assim...
Mas como as pessoas conseguem viver sem um calendário?
Não tendo metas a cumprir,
Não tendo regras a seguir...
Talvez eu as tenha, mas não demarquei seu espaço temporal.
Sinto-me em meio a uma avalanche... de dias, de horas... de anos...
Um mês do ano já foi, e ainda não o tenho!
Socorro! Falta-me um calendário sobre a mesa!
Qual será o dia de hoje? Amanhã...?
O que é para hoje?
E o que farei nos próximos dias?
Minhas idéias estão todas embaralhadas...
Meus compromissos estão progressivamente adiados...
Meus horários, rotina...
Não tenho rotina! Embora isso não seja tão ruim assim...
Mas como as pessoas conseguem viver sem um calendário?
Não tendo metas a cumprir,
Não tendo regras a seguir...
Talvez eu as tenha, mas não demarquei seu espaço temporal.
Sinto-me em meio a uma avalanche... de dias, de horas... de anos...
Um mês do ano já foi, e ainda não o tenho!
Socorro! Falta-me um calendário sobre a mesa!
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Crise...
Grande novidade afirmar que se está em crise... Qualquer eventual problema é motivo para a superficialidade desta afirmação.
Mas estou em crise.
Crise com o mundo, crise com a vida...
Estou pensando o quanto era mais simples quando eu achava que era simples.
Será que as complicações estão dentro de mim? Ou será que outrora não as atentasse?
Tendemos a nos considerar superiores à normalidade, e julgar que o normal é pouco demais... Então perdemos a essência do que é viver, perdida entre tantas definições.
Nos julgamos infelizes, e buscamos infinitamente a felicidade.
A verdade é que buscamos o que não temos; e o que temos, alegamos não ter a fim de continuar buscando.
Não compreendo esta busca infinita, este descontentamento infindável, essa sede por mais, por melhor. Resquícios de um mundo capitalista? Talvez. Mas não sei se é assim que se deve viver.
Já dizia Salomão: Tudo é vaidade!
Talvez sejamos mais "normais" do que julgávamos. Talvez o diferencial esteja em todos, e o nosso olhar não se atente a isto. Talvez o mundo tenha mesmo uma cegueira branca, cada um atrás de sua própria sobrevivência.
Onde estão as cores do mundo?
Julgamos friamente quando em proximidade, e atribuímos qualidades ao que está distante e desconhecido.
Vemos os detalhes que queremos ver, e não temos tempo para o todo.
Não há sensibilidade humana...
O mundo precisa de óculos!
Mas estou em crise.
Crise com o mundo, crise com a vida...
Estou pensando o quanto era mais simples quando eu achava que era simples.
Será que as complicações estão dentro de mim? Ou será que outrora não as atentasse?
Tendemos a nos considerar superiores à normalidade, e julgar que o normal é pouco demais... Então perdemos a essência do que é viver, perdida entre tantas definições.
Nos julgamos infelizes, e buscamos infinitamente a felicidade.
A verdade é que buscamos o que não temos; e o que temos, alegamos não ter a fim de continuar buscando.
Não compreendo esta busca infinita, este descontentamento infindável, essa sede por mais, por melhor. Resquícios de um mundo capitalista? Talvez. Mas não sei se é assim que se deve viver.
Já dizia Salomão: Tudo é vaidade!
Talvez sejamos mais "normais" do que julgávamos. Talvez o diferencial esteja em todos, e o nosso olhar não se atente a isto. Talvez o mundo tenha mesmo uma cegueira branca, cada um atrás de sua própria sobrevivência.
Onde estão as cores do mundo?
Julgamos friamente quando em proximidade, e atribuímos qualidades ao que está distante e desconhecido.
Vemos os detalhes que queremos ver, e não temos tempo para o todo.
Não há sensibilidade humana...
O mundo precisa de óculos!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Frio...
Transito do frio ao gelado em um instante.
E, neste instante, a vida passa.
Passa e leva a vida.
E a cor que antes existia,
torna-se cinza como a brisa.
Indolor.
E um pequeno feixe de calor nasce sorrateiro
ainda que frágil e incapaz de aquecer
o que já antes foi tomado pela sua inexistência.
Talvez então o frio se aqueça
na esperança apenas de impedir que desfaleça
Mas a morte sonda, faminta
E persiste o eco de que foi outrora clamada
Chamada...
E, obediente, agirá sem clemência
Não haverá, porém, quem se atente ao seu grito de morte
E quando o socorrerem, já não mais será.
...
Existe vida após a morte?
E, neste instante, a vida passa.
Passa e leva a vida.
E a cor que antes existia,
torna-se cinza como a brisa.
Indolor.
E um pequeno feixe de calor nasce sorrateiro
ainda que frágil e incapaz de aquecer
o que já antes foi tomado pela sua inexistência.
Talvez então o frio se aqueça
na esperança apenas de impedir que desfaleça
Mas a morte sonda, faminta
E persiste o eco de que foi outrora clamada
Chamada...
E, obediente, agirá sem clemência
Não haverá, porém, quem se atente ao seu grito de morte
E quando o socorrerem, já não mais será.
...
Existe vida após a morte?
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